Mulheres que amam demais buscam ajuda em grupos de apoio

O MADA atua no Brasil há cerca de 20 anos

Camila Fiuza, Fabiana Guia e Thyza Ferreira | Foto: Reprodução/Divulgação

“Amor: afeição profunda a outrem, a ponto de estabelecer um vínculo afetivo intenso, capaz de doações próprias, até o sacrifício”, segundo o dicionário Aurélio. Ao sacrifício pessoal chegou R.M.C., 38, quando começou a frequentar as reuniões do grupo de apoio para Mulheres Que Amam Demais Anônimas (MADA), em Salvador. “Eu cheguei ao ponto de tentar suicídio quando meu ex-marido disse que queria se divorciar de mim”. Ela diz que só entendeu que precisava de ajuda após o alerta da família. “Minha irmã me encontrou desacordada em casa e me obrigou a frequentar um terapeuta para conversar sobre como eu estava sentindo”.

Na capital baiana, existem três pontos oficiais de encontro do MADA, que atua em vários estados no país há cerca de 20 anos. “Uma irmandade de mulheres que compartilham suas experiências, forças e esperanças para resolver problemas em comum e ajudar outras mulheres a se recuperarem de sua dependência de pessoas”, explica Ângela, coordenadora das reuniões do Grupo MADA Superação, no bairro de Itapuã. Ela diz que existem pré-requisitos para ser membro, como o desejo de deixar de ser dependente de relacionamentos destrutivos – que podem ser amorosos, fraternais e familiares.

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Confira os endereços/dias/horários das reuniões:

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